Revolução Industrial
Nasceu de lampejo um novo homem
Um ser humano: desventura e desespero
E já tão cedo tal rebento tem um nome
É o novo homem “ficção e desemprego”
Um sentimento de ternura e vaidade
É o que invade o nobre peito da nação
Ao ver seus filhos, os já tão vis da sociedade,
Crescerem firmes junto aos dejetos de um lixão
Fazem florestas de concreto na cidade
E um coração de metal arde no peito
Assim o é nossa inumana sociedade
Filhos da máquina que da ferrugem já tem feito
A prole própria e os apresentam ao mundo
Agora rugem para os céus maior castigo
Pois essa prole que nasceu no mundo imundo
Sofre mais dores que os versos produzidos
E somos nós, filhos dos filhos do metal
Que devemos mudar o mundo! Nossos feitos
Farão parar o velho mundo, e o metal
Derreterá ante o calor de nosso peito.
?/?/2000


8 comments
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31/10/2008 às 13:50
Marcelo
Não gostei do poema pois sou uma criança e nao tenho capacidade avançada para mostrar isso para minha professora !!!Ridículo
31/10/2008 às 13:51
Amanda
O mesmo comentário do Marcelo !
31/10/2008 às 13:51
Amanda
Gostei !
01/03/2009 às 08:57
--'
nossa , eu amei . e naão e so por qe as ppessoas saão crianças qe naão intende e so qerer . :X
16/08/2009 às 12:47
angélica
Gostei muito do poema, gostaria de usá-lo como exemplo mas não tenho a fonte. Você poderia me dizer quem é o autor?
16/08/2009 às 15:20
Gui
Obrigado, Angélica. O autor sou eu, Guilherme. Maiores informações você pode obter na aba “O autor” da página inicial. Para citar, basta indicar a fonte como documento eletrônico, conforme as normas da ABNT.
Forte abraço
Guilherme
24/09/2009 às 21:13
edineia
achei legal de verdade. Sou prof. de História. Como poderia trabalhar isso em sala, dentro do contexto da Revolução Industrial
25/09/2009 às 09:38
Gui
Muito obrigado, Edineia. Talvez você pudesse entrar em contato com a Prof. Angélica (geo.madureira@bol.com.br). Há pouco mais de um mês ela entrou em contato comigo querendo saber as referências para utilizar esse poema em uma prova (ela deixou um comentário também). Já que você é professora de história, outro poema que pode te interessar é o “1927-1953″, que se inspira no período stalinista na Rússia.
Forte abraço!
Guilherme