Revolução Industrial
Nasceu de lampejo um novo homem
Um ser humano: desventura e desespero
E já tão cedo tal rebento tem um nome
É o novo homem “ficção e desemprego”
Um sentimento de ternura e vaidade
É o que invade o nobre peito da nação
Ao ver seus filhos, os já tão vis da sociedade,
Crescerem firmes junto aos dejetos de um lixão
Fazem florestas de concreto na cidade
E um coração de metal arde no peito
Assim o é nossa inumana sociedade
Filhos da máquina que da ferrugem já tem feito
A prole própria e os apresentam ao mundo
Agora rugem para os céus maior castigo
Pois essa prole que nasceu no mundo imundo
Sofre mais dores que os versos produzidos
E somos nós, filhos dos filhos do metal
Que devemos mudar o mundo! Nossos feitos
Farão parar o velho mundo, e o metal
Derreterá ante o calor de nosso peito.
?/?/2000

Não gostei do poema pois sou uma criança e nao tenho capacidade avançada para mostrar isso para minha professora !!!Ridículo
Por: Marcelo em 31/10/2008
às 13:50
O mesmo comentário do Marcelo !
Por: Amanda em 31/10/2008
às 13:51
Gostei !
Por: Amanda em 31/10/2008
às 13:51
nossa , eu amei . e naão e so por qe as ppessoas saão crianças qe naão intende e so qerer . :X
Por: --' em 01/03/2009
às 08:57