Publicado por: Gui | 21/04/2008

Revolução Industrial

Revolução Industrial

Nasceu de lampejo um novo homem
Um ser humano: desventura e desespero
E já tão cedo tal rebento tem um nome
É o novo homem “ficção e desemprego”
Um sentimento de ternura e vaidade
É o que invade o nobre peito da nação
Ao ver seus filhos, os já tão vis da sociedade,
Crescerem firmes junto aos dejetos de um lixão
Fazem florestas de concreto na cidade
E um coração de metal arde no peito
Assim o é nossa inumana sociedade
Filhos da máquina que da ferrugem já tem feito
A prole própria e os apresentam ao mundo
Agora rugem para os céus maior castigo
Pois essa prole que nasceu no mundo imundo
Sofre mais dores que os versos produzidos
E somos nós, filhos dos filhos do metal
Que devemos mudar o mundo! Nossos feitos
Farão parar o velho mundo, e o metal
Derreterá ante o calor de nosso peito.

?/?/2000


Respostas

  1. Não gostei do poema pois sou uma criança e nao tenho capacidade avançada para mostrar isso para minha professora !!!Ridículo

  2. O mesmo comentário do Marcelo !

  3. Gostei !

  4. nossa , eu amei . e naão e so por qe as ppessoas saão crianças qe naão intende e so qerer . :X


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